Exibir mensagens

Esta seção lhe permite ver todas as mensagens deste membro. Note que você só pode ver as mensagens das áreas às quais você tem acesso.


Mensagens - rafaelrocha00

Páginas: [1] 2 3 ... 12
1
Off Topic / Re:Como você retrataria Deus? (Pesquisa Neurológica, Não Religiosa)
« Online: 15 de Janeiro de 2018, 23:35:12 »
Eita, eu vejo como isso pode ter sido mal interpretado. Quero dizer que a pesquisa aqui está sendo feita na cultura brasileira, no caso, com makers. Pensava que só iria aparecer poucas interpretações, mais a cristã, de um homem velho e calvo. Eu esperava menos variabilidade. Mas, parando para pensar um pouco, dizer apenas uma cultura está realmente errado, já que o país é rico culturalmente e religiosamente. Peço desculpas.

2
Debate e Estudos / Re:A importância do personagem principal
« Online: 15 de Janeiro de 2018, 22:49:03 »
Citar
É possível criarmos jogos com foco em narrativa sem ao menos termos um protagonista

Existe um variante bem interessante dessa proposta, que é o personagem principal trocável. O silencio das montanhas, Homestuck, todos eles apresentam um ótimo exemplo de como se utilizar vários personagens principais para contar histórias bem diferentes, mas que ainda se conectam ao mesmo laço narrativo, ou, pelo menos, tange os temas que a obra aborda. Da até para brincar com a passagem do tempo e as conexões que as pessoas fazem, além de poder criar uma pausa dramática onde quiser na história e analisa-la com outros olhos. O maior problema com uma aproximação assim, porém, é que você têm um tempo em que o leitor se acostuma com esses personagens novos. Se a história não for boa ou os personagens não forem interessantes, o leitor (ou jogador) pode largar a história.

3
Off Topic / Re:Como você retrataria Deus? (Pesquisa Neurológica, Não Religiosa)
« Online: 15 de Janeiro de 2018, 22:35:48 »
Eu não pensei que teria respostas tão variadas, já que a amostra é pequena e retirada de uma unica cultura, me surpreendi.
Como ateu, é um desafio interessante. Para uma imagem de Deus, que fosse concisa com nossa visão da realidade, não poderia ser só um, ou pelo menos não alguém no controle total (IMO). Para um Deus funcional, precisamos de dois, que se odeiam secretamente, mas que possuam total controle sobre o trabalho do outro. Assim, temos uma explicação para os conflitos. Minha imagem de um Deus seria algo mais ou menos assim, seres amorais, mas curiosos:
Spoiler

E sim, eu fiz essa resposta só para fazer essa pagina ridícula. Não me julguem.


4
Sala de Aula / Exposição Um lugar onde sempre chove.
« Online: 13 de Janeiro de 2018, 18:38:39 »


"Há um lugar para aqueles que cometeram o pecado original."
"Para uma desgraça como essa..."
"Nem o céu nem o inferno serão abertos. O maior preço da condenação"
"Para esses, a morte não os espera..."
"E o conceito de vida não tem sentido. Vagando para sempre, na terra em que sempre chove. Esse é o preço para os que perderam tudo. Eu quero encontrar...
O lugar para pessoas como eu"

Eu não sei o que é esse negocio branco perto do final, não sei de onde apareceu, mas vou tentar arrumar. O que acham? É minha tentativa de fazer um painel vertical, daqueles que vão rodando para baixo e mudando, mas acho que ficou meio pequeno.

5
Divulgações / GM48 Jam
« Online: 12 de Janeiro de 2018, 18:48:58 »



Daqui a menos de quatro horas começará a vigésima quinta GM48, uma jam focada em um tema, em que o criador deverá criar um jogo compilado no game maker, no período de quarenta e oito horas, e mandá-lo para o site. Quer fazer uma loucura? Participe. Não pense, apenas faça.

Independente da habilidade, da idade ou do número de participantes em grupo. Apenas crie uma conta no site, espere o contador chegar a zero e comece a desenvolver o seu jogo, o que é parte mais difícil, claro. Depois o envie antes do tempo limite. Ele será avaliado em várias categorias que podem ser vistas no site oficial.
Lembre-se de deixar criticas construtivas e avaliar os outros participantes, isso é importante.
Se você não possuir o game maker e ainda quiser participar, você pode conseguir uma versão temporária, te dando a engine por um período limitado de tempo, até o dia 31 desse mês. Apensa crie sua conta
O vencedor ganhará uma versão do game maker para computador.
Para ver as regras, clique aqui. Para ver um guia, clique aqui. E para acessar o site oficial, clique aqui.

6
Discussão de Jogos / Vício em Jogos: o que podemos fazer?
« Online: 11 de Janeiro de 2018, 17:56:36 »
O vício em videogames passou a ser considerado, pela primeira vez, um distúrbio mental, de acordo com a organização mundial de saúde. A condição chamada de “distúrbio de games” abre uma discussão paralela que se mostra importante hoje: como deveriam os criadores e desenvolvedores de jogos lidarem com esse problema? A indústria mundial de jogos, mesmo com o pouco tempo relativo no mercado, desenvolveu técnicas incríveis para manter as pessoas jogando, mesmo as custas da família, dos amigos e de tudo. Temos caixas de Skinner, métodos tirados de jogos de azar, e outras incríveis técnicas para elevar as capacidades aditivas de um jogo. Claro que a maior parte das vezes não tende a chegar nesse nível de vício, mas ele existe e com isso abre-se a questão: o que os desenvolvedores independentes estão fazendo para mudar esse cenário? Eles sequer deveriam olhar para essa área e fazer essas perguntas, ou a força e influência desses jogos é pequena demais para fazer uma mudança real? E você, já pensou nisso?

7
Off Topic / Re:Desabafo sobre "críticas"
« Online: 11 de Janeiro de 2018, 16:44:03 »
Citar
A ironia é que (irei lançar um paradoxo na frase a seguir)

Não é paradoxo, é ironia dramática. DAM DAM DAAMMMM.

Eu acho bom deixar uma coisa clara aqui: algo subjetivo não é igual a algo ruim ou desnecessário. O dinheiro é pseudosubjetivo, no sentido em que ele funciona como um subjetivo global. Se todos parassem de acreditar no dinheiro, ele deixaria de existir. Um jogo pode funcionar no mesmo aspecto. Jogos ruins existem e , claro, isso vai cair no subjetivo. Mas tudo é subjetivo.
E esse é o ponto, se existe essa pseudosubjetividade, por mim poderíamos considerar como uma especie de objetividade, do mesmo jeito que ninguém aqui sairá gritando e dizendo que o dinheiro é uma mentira, mesmo que seja realmente uma mentira.
Vocês estão reclamando do bolo, não todos, mas alguns. O que preferem, verem seu trabalho jogado no limbo do esquecimento e não saber o porquê? Ou entender como melhorar como um criador? Criticas ruins fazem parte. É uma amostra do crescimento quando você começa a perceber quais são ruins e quais não são.

Citar
. O que eu deveria fazer se uma delas achar o mapa cheio, outra achar o mapa vazio, uma achar o mapa grande, uma achar o mapa pequeno e duas outras discordarem sobre o equilíbrio de cores no mapa? Complicado né?

Normalmente, haverá um consenso. Você parte da asserção de que todos eles estão tirando essas afirmações do nada, que, apenas por ser uma ideia subjetiva, ela não tem valor. Se o mapa estiver vazio, você verá várias pessoas falando disso, claro, se você tiver uma amostra grande.

Citar
Exatamente, aí é que entra a parte do "Eu sei mais que você (por que gostaria de fazer o que VOCÊ faz, mas não consigo)". Quem critica querendo destruir, geralmente é por inveja, ou por frustração pessoal mesmo. Quem critica querendo ajudar, é quem realmente está fazendo uma crítica.

Com alguns, pode até ser verdade. Normalmente não é, normalmente o trabalho não presta. Simplesmente é mal feito. Saber a diferença é importante. Quando eu critico o governo, isso não quer dizer que eu acho que poderia fazer melhor, mas isso não torna minha critica menos verdadeira. Você tem que ter cuidado com comentários assim, é muito fácil usar esse discurso contra críticos que realmente fazem um bom trabalho. Eu já vi trabalhos horríveis, mal feitos, com críticos que ainda quiseram ajudar, recebendo o nome de maldosos ou ruins.

Citar
As críticas da @Kawthar por exemplo, são muito maldosas.


Se você acha as criticas dela maldosas, é porque você não viu um critico de verdade na vida. Eu conheço pessoas que estariam rindo desse tópico e dizendo que é tudo ego de autor fracassado. Mesmo que eu não concorde, é um exemplo da sociedade em que vivemos.

Citar
É muita arrogância (e antiético, pois isso é uma maneira de manipular a opinião pública tendenciosamente) da parte dela querer afirmar categoricamente que NINGUÉM quer comprar um Labyronia ou Porradaria 2: Pagode of the Night, só por que ela particularmente não gosta desses jogos. Muitos podem concordar com ela, muitos vão se deixar levar pela opinião tendenciosa (o que geralmente é o objetivo de quem faz isso), mas outros não, e vão querer comprar um desses jogos (ou talvez até mesmo os 2), pois tem uma opinião própria completamente diferente.

Primeiramente, anonimato é proibido pela constituição. não tem nada de antiético em citar nomes. Segundo, você não entendeu o ponto. Sempre terá alguém fora da curva, sempre terá um maluco para dizer que dinheiro é mentira e que deveríamos usar nozes, sempre terá alguém que gostou das sequelas de star wars e compraria pagode. Esse não é o ponto, esse não é seu mercado. O jogo é um produto, e se ele é ruim, o certo é dizer que é. É assim que funciona com todas as coisas, por que seria diferente com jogos? Por que são artísticos? Se um produto falha, ele sai do mercado, por mais que alguns ainda o comprem. Utilizar "olha eu gostei da fonte" "olha, alguém compraria, eu acho" Não é lá um ponto positivo para o jogo.

Ficou meio longo e eu não iria voltar na discussão, mas estava me dando uns dejavuns ruins de tempos passados, me perdoem. E não dá para responder tudo, me perdoem também. Apenas lembre-se que, no final, quem vai comprar e jogar o produto vai ser o jogador. Se o jogo fosse apenas do criador e esse não quisesse receber criticas, por que sequer postar em um fórum?

8
Off Topic / Re:Desabafo sobre "críticas"
« Online: 11 de Janeiro de 2018, 02:50:10 »
No caso, é realmente algo delicado. E se me permitem, eu bancarei o advogado do diabo, mesmo que seja por efeito de osmose com o tempo que passei recebendo criticas, ou pelo tanto que já vi pessoas usando discursos contra críticos que realmente querem ajudar, sendo que o trabalho deles simplesmente não presta.

Você está criando o jogo para você ou para o jogador? É meio ridículo algumas criticas, sim, o jogador jamais saberá o trabalho que dá fazer um jogo ou um filme, assim como um leitor jamais saberá o trabalho de se fazer um livro e, no final das contas, isso não importa para eles.
Se você estiver fazendo o trabalho para os outros, como no caso do cinema, da literatura e da produção profissional, o que importa é o resultado. Todos nós (ok, a maioria, nós somos makers, então não conta.) aqui preferiríamos ler um ótimo livro feito por alguém que não se esforçou do que um livro horrível feito por alguém que deu a vida por isso. O mundo está cheio de deterministas e utilitaristas, é assim que sempre funcionou, por bem ou por mal.
No âmbito profissional, o ego de artista não vale nada. É a triste forma como o mundo funciona e é essa a barreira que nos impede de apenas receber conteúdo ruim, pelo menos para a maioria das pessoas. Criticas são essenciais na escala maior, mesmo que, como dano lateral, os que a recebam caíam na apatia e parem de crescer. Muitos até afirmam que isso é uma coisa boa, mesmo que eu jamais concorde com essa ideia.

Agora, se o jogo é para você e você posta mais com base na ideia de compartilhar do que fazer um trabalho que agrade os outros, acho que ignorar criticas é a melhor coisa possível.
Claro, sempre existirão pessoas com criticas ridículas que devem ser ignoradas, e são essas que mais estão sendo tratadas nesse tópico, mas, no final, é um produto de consumo, isso é meio que inevitável. E, infelizmente, eu acho que é impossível conseguir ter apenas as criticas úteis as nossas disposições, ou discernir entre as boas e as ruins.

De resumo: é ruim, mas as criticas existem, sejam essas úteis ou não, são forças que sempre moldarão nosso trabalho nesse mundo indiferente e frio e são necessárias para o crescimento, se esse existe. É parte do trabalho impossível de um produtor discerni-las.

9
O Condado Braveheart / Independent Games Festival
« Online: 09 de Janeiro de 2018, 23:27:03 »

Os finalistas do festival de jogos indies de 2018 foram selecionados. O festival, que honra os jogos mais criativos, estruturados e com boa narrativa, acontece no dia 21 de março, durante a conferência de desenvolvedores de jogos (GDC).
Entre os finalistas das sete categorias diferentes, temos vários jogos criativos e únicos, tal como Baba is you, um jogo que brinca com as próprias regras e dá ao jogador a possibilidade de controlar os eventos do jogo, abrindo diversas possibilidades. Jogos como Night in the woods, Where the Water Tastes Like Wine e Rain World são exemplo de jogos cativantes que lutam pelo prêmio de cinquenta mil nas várias categorias.
Esses jogos foram escolhidos dentre seiscentos participantes e foram selecionados por mais de trezentos juízes. E os vencedores serão anunciados na noite de quarta, 21 de março e poderão ser vistos online.
Para mais informações sobre o evento, incluindo todas as categorias e jogos selecionados, acesse o Site Oficial da conferência independente. Para os interessados em se cadastrar na GDC 2018 e acompanhar todos os eventos, incluindo a premiação, clique aqui.

10
Sala de Aula / Re:Daily_Sketch
« Online: 08 de Janeiro de 2018, 00:46:45 »
Thanks, Bruce.


Estou refazendo um desenho antigo, para ver como eu mudei desde o inicio, e sim, eu sei que Pintar é meio que cheater, já que eu não sabia como pintar na época, mas é melhor do que deixar passar.
Essa primeira deve ser lá do ano passado.
Spoiler





Ironicamente, eu tenho a sensação que eu ferrei tudo pintando.

11
O Condado Braveheart / Re:A promoção de inverno está na reta final.
« Online: 04 de Janeiro de 2018, 16:15:47 »
Sim, ele é muito interessante, além de possuir genialidades na parte de design.
O Hbomberguy fez um vídeo bem interessante falando sobre o design da série lisa. É legal, mesmo que ele seja ácido em várias de suas opiniões, tanto politicas como sociais.

12
O Condado Braveheart / Nautilus.
« Online: 04 de Janeiro de 2018, 15:59:52 »

Como muitos sabem, os melhores vídeos e ensaios sobre jogos no youtube não podem ser encontrados em português, afinal de contas, o Brasil não é um país que dá tanta atenção à comunidade de jogos indies, pelo menos, ainda não. Por esse motivo, precisamos de mais canais como o Nautilus.


O Nautilus é um incrível canal de análise de jogos, tanto independentes como convencionais, que faz diversos tipos de vídeos falando, explicando e entendendo, não só o mundo dos jogos, mas também o mundo real.
Um vídeo de um jogo de terror pode falar sobre a situação politica em uma ilha da China, por exemplo, e como o processo histórico influenciou na criação de tal jogo. Eles recomendam jogos indies que não foram lançados e fazem análises, falam de promoções e técnicas que os jogos usam para funcionar tão bem, sobre jogabilidade e estética e têm um conteúdo incrível e diverso. Se você gosta de textos enormes explicando os detalhes e o contexto de um jogo, ele é o canal perfeito para você.

Para aumentar a periodicidade de conteúdo e explorar novos formatos de mídia, tal como podcast, eles começaram, no dia nove de dezembro, uma campanha de financiamento coletivo, de forma a ampliar e manter o canal, já alcançando várias das metas propostas.
Você pode doar até cinco ou mais reais no site do apoia.se e ajudar essas iniciativas.

13
Debate e Estudos / Re:A Magia dos Clichês
« Online: 02 de Janeiro de 2018, 19:51:38 »
Eu já tinha lido essa lista, é muito engraçada, dá uma vontade de escrever uma história zoada com esses clichês.

Eu sempre vou com a máxima que muitas pessoas esquecem: Clichés e tropas são diferentes, por mais que o tratamos de forma igual.
Todo cliché é uma tropa, mas nem toda tropa é um cliché, por mais que sejam utilizados. É uma questão de consistência narrativa que nos obriga a usar muitas tropas parecidas, quase toda história têm um vilão ou um herói.
Tropas por si só não são ruins, principalmente se forem trabalhadas e utilizadas de forma consistente. Não apenas jogadas ali por motivo nenhum. Já clichês são mais complicados, quando você os utiliza, você cria uma expectativa, é sua escolha seguir essa expectativa ou quebra-la e tentar surpreender o leitor. Mas é algo bem complicado de se fazer, porque para isso você precisa conhecer bem a expectativa do leitor em relação ao tema.

14
O Condado Braveheart / A promoção de inverno está na reta final.
« Online: 01 de Janeiro de 2018, 22:30:35 »

A promoção de inverno na Steam já está quase acabando. Para você que ainda não aproveitou o preço baixo e gelado dos jogos em promoção, por que não dar uma olhada? Afinal, durará apenas até o dia quatro.

Entre os jogos com preços baixos, temos produtos incríveis e altamente recomendados em promoção, tais como:
Oneshot com 40%.
Undertale  com 50%.
Emily Is Away Too com 50%.
O incrivel e pouco conhecido Lisa com 60%
Alice Mare com 30%
SOMA com 80%
FEZ com 90%
Detention com 50%
LiEat com 30%
To The Moon com 75%
Gone Home com 80%
E vários outros que são materiais obrigatórios para qualquer desenvolvedor e jogador que queira passar um tempo aprendendo e se divertindo.

15
O Condado Braveheart / Thais Weiller: Ebooks de graça.
« Online: 28 de Dezembro de 2017, 18:07:51 »
“Quanto mais regras que criamos ou mais aspectos a serem julgados, mais tiramos o que realmente é único e espontâneo a respeito de produções criativas e para que? Para, no fim, ser apenas uma avaliação técnica, nada mais.”
Essa é uma frase de Thais Weiller, em uma de suas respostas nas redes sociais. Uma pessoa inteligente, com ideias bem fortes. Uma game design e uma escritora que trabalha como professora na universidade da PUCPR, fundadora da JoyMasher e Game Designer de Oniken e Odallus. Ela têm ótimos e, as vezes, dolorosos textos e artigos para se ler sobre jogos e movimentos sociais. Participou de alguns projetos, como Rainy Days, um jogo indie brasileiro sobre ansiedade e depressão, e transformou sua dissertação em um livro, que agora está sendo dado de graça no site da autora.
Pense pequeno e Games Start, ambos sobre a criação de jogos e o trabalho necessário para desenvolvê-los, dando dicas, exemplos e ideias para não se perder de foco o objetivo de criar e divertir os outros e a si mesmo, através da criação e do desenvolvimento.

Você pode baixar os livros aqui, se escrevendo no site.

Páginas: [1] 2 3 ... 12